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Senado derruba emenda do aumento da margem do consignado

A supressão de mudanças feitas pela Câmara foi a principal discussão durante a votação da MP que altera a legislação trabalhista para evitar demissões durante a pandemia de covid-19 (MP 936/2020). A retirada de itens estranhos ao objetivo inicial da medida, os chamados "jabutis", foi a solução encontrada para não fazer alterações de mérito no texto, que teria que voltar à Câmara. O projeto decorrente da medida (PLV 15/2020) seguiu para a sanção presidencial.

17/06/2020 - Sandro Cezar (informações Agência Senado)
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Não vamos aceitar a censura, servidor público serve ao povo

O SINTSAÚDERJ vem a público repudiar mais uma tentativa do Ministério da Saúde de tentar impedir a livre circulação de informações, primeiro mudou a forma de divulgar os números de casos da COVID19 e os óbitos, agora em outra atitude bizarra tenta impedir a livre manifestação de pensamentos e a liberdade de expressão quando ameaça a perseguir os servidores do próprio òrgão anunciando a censura as suas redes sociais.

16/06/2020 - Sandro Cezar
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Há um mês sem ministro da Saúde, Brasil ultrapassa 43 mil mortes por Covid-19

Na maior pandemia do século, com mais de 43,9 mil vidas perdidas e 891 mil casos confirmados de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, o Brasil completou um mês sem ministro da Saúde e com práticas que confundem e deixam a população insegura, como omitir dados estatísticos e indicar medicamentos sem comprovação científica para tratar dos pacientes.

16/06/2020 - CUT Brasil
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SINTSAUDERJ vai a justiça contra a demissão dos contratados dos Hospitais Federais

Em plena pandemia de COVID19  o Governo Bolsonaro resolveu demitir 450 servidores temporários dos hospitais federais. Em razão desta decisão irresponsável do governo que não tem menor preocupação com as vidas das pessoas, o SINTSAUDERJ resolveu ajuizar mandado de segurança em favor dos trabalhadores e em defesa da prestação de serviço de saúde para a população do Rio de Janeiro.

10/06/2020 - Assessoria de Imprensa
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Ministério da Saúde retira da página da internet estudo sobre população negra

O Ministério da Saúde retirou do ar publicação sobre saúde da população negra, tal atitude é muito grave neste momento em que a pandemia da COVID19 é mais letal entre os negros conforme os números oficiais.

10/06/2020 - Sandro Cezar
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SINTSAÚDERJ lança campanha pela derrubada do veto do congelamento salarial

O SINTSAÚDERJ lançará nos próximos dias a "Campanha Pela Derrubada de Veto do Bolsonaro" que congela os salários dos servidores públicos, inclusive, da Saúde e da Segurança Pública. o congelamento atinge a toda sociedade, porque desvaloriza o serviço público.

06/06/2020 - Sandro Cezar
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Com uma morte por minuto, Brasil tem mais um recorde em 24h e registra 34 mil mortes

Com uma morte por minuto, o Brasil bateu mais um triste recorde. Já são 1.473 óbitos registrados nas últimas 24 horas, por coronavírus. No total, mais de 34 mil brasileiros já perderam a vida pela Covid-19 e 614.941 casos foram confirmados até esta sexta-feira (5). Outras 4.159 mortes estão sendo investigadas.

06/06/2020 - CUT
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CUT repudia interferência da Fiesp em negociação de reajuste salarial de servidor

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) veiculou uma propaganda numa emissora de TV, em que a entidade pede claramente que os deputados e senadores não derrubem o veto presidencial que congela por dois anos o reajuste dos servidores públicos federais, estaduais e municipais.

06/06/2020 - CUT Nacional
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A MP permite a redução de salários e da jornada de trabalho ou a suspensão do contrato trabalhista

Foi aprovado parecer do deputado Orlando Silva, que incluiu novos pontos na MP

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) a Medida Provisória 936/20, que permite a redução de salários e da jornada de trabalho ou a suspensão do contrato trabalhista durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus. A MP será enviada ao Senado.

O texto prevê o pagamento de um benefício emergencial pelo governo aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.

Segundo o texto, o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda garantirá o pagamento de uma parte do seguro-desemprego por até 60 dias ao trabalhador que tiver o contrato suspenso ou por até 90 dias se o salário e a jornada forem reduzidos.

Saiba como funcionam as sessões virtuais do Plenário


De acordo com o projeto de lei de conversão do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o Poder Executivo poderá prorrogar esses prazos durante o período do estado de calamidade pública decorrente da pandemia.

O valor do benefício dependerá de quanto for a redução. Se o acordo entre empregador e empregado for individual, sem participação do sindicato, a redução poderá ser somente de 25%, 50% ou 70%, tanto do salário quanto da jornada de trabalho.

Nessa situação, se houver redução de 50%, o trabalhador terá direito a 50% do salário e a 50% do seguro-desemprego por mês. Como o seguro é calculado sobre a média dos salários dentro de alguns limites, o valor não chega a ser o mesmo que o reduzido.

Assim, por exemplo, quem tiver uma média de R$ 1,5 mil nos últimos três meses receberá de benefício R$ 600,00 (50% do seguro, de R$ 1,2 mil).
Para o relator, embora o texto não tenha sido aprovado como ele queria, ainda assim é motivo de comemoração. “Celebro cada vitória em um país em que mandatários evocam a ditadura para resolver conflitos políticos”, disse Orlando Silva.

Inicialmente, no cálculo do benefício emergencial, a versão de Silva para a MP usava a média aritmética simples dos três últimos salários, limitada a três salários mínimos (R$ 3.135,00). Mas um destaque do PP retomou o texto original da medida provisória, prevalecendo o seguro-desemprego como base.

Cálculo do benefício


Quem recebe uma média de R$ 2,5 mil terá direito a cerca de R$ 945,00 (50% de R$ 1.890,00). Se a média for maior que R$ 2.669,29, o valor fixo do seguro-desemprego é de R$ 1.813,03 e o trabalhador receberia metade disso como benefício emergencial (cerca de R$ 906,00).

Inicialmente, por meio da MP 928/20, o governo previa apenas a suspensão do contrato de trabalho sem recebimento de benefício.

Outras reduções


A MP permite a redução de salário e de jornada também por outros índices, mas isso pode ser desvantajoso para o trabalhador. Se o acordo coletivo prever redução menor que 25%, o empregado não recebe nada do governo.

O benefício será de 25% do seguro-desemprego para reduções de 25% até 50%. Diminuições de salários maiores que 50% e até 70% resultarão em um benefício de metade do seguro-desemprego mensalmente. Redução maior que 70% do salário e da jornada resultará em benefício de 70% do seguro-desemprego a que teria direito.

O relatório aprovado especifica que a redução ou a suspensão poderão ocorrer por setores ou departamentos dentro de uma empresa, abrangendo a totalidade ou apenas parte dos postos de trabalho.

Os acordos já realizados seguirão as regras da redação original da MP. A exceção é para a prevalência das cláusulas do acordo coletivo no que não entrarem em conflito com possível acordo individual anterior.

Ajuda voluntária


Se o empregador desejar, poderá pagar uma ajuda compensatória mensal ao empregado, seja no caso de redução de jornada ou de suspensão temporária.
Essa ajuda terá caráter indenizatório e não poderá sofrer descontos para imposto de renda ou Previdência Social ou Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Por parte do empregador, não integrará a base de cálculo para demais tributos incidentes sobre a folha de salários e para o imposto de renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Orlando Silva incluiu ainda a possibilidade de dedução da ajuda compensatória da base de cálculo do imposto de renda na declaração de ajuste anual por parte de quem recebe rendimentos não assalariados (autônomos, por exemplo), por parte do empregador doméstico e por parte de produtores rurais.

Todas as deduções serão aplicáveis para as ajudas pagas a partir de abril de 2020.

Individual ou coletivo


Segundo o texto aprovado, a aplicação do acordo individual ou coletivo dependerá do valor do salário e da receita da empresa.

Empresas médias ou grandes (receita bruta maior que R$ 4,8 milhões em 2019) poderão fazer contratos individuais ou coletivos para quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.090,00).

As micro e pequenas empresas (receita bruta até o valor citado) poderão firmar acordos individuais ou coletivos com quem ganha até R$ 3.135,00.

O contrato individual escrito poderá ser feito ainda se a redução for de 25% ou se, somados os valores do benefício emergencial e da ajuda compensatória e/ou do salário recebido, o empregado ficar com o mesmo salário de antes.

Quem ganha salário igual ou maior que duas vezes o teto da Previdência Social (equivalente a R$ 12.065,46) e possui diploma de curso superior também pode negociar individual ou coletivamente.

Quem estiver fora dessas condições terá de passar por negociação coletiva.

Aposentados


Como os aposentados que continuam trabalhando com carteira assinada estão impedidos de receber o benefício previdenciário, o relatório de Orlando Silva condiciona o acordo de redução ou suspensão ao modelo individual.

Adicionalmente, o empregador deverá pagar ajuda compensatória igual ao valor a que teria direito de benefício emergencial. Se a empresa for média ou grande (receita bruta maior que R$ 4,8 milhões em 2019), ela terá ainda de pagar mais 30% do salário normal.

Aviso prévio


Para trabalhadores que cumpram o aviso prévio, que antecede à demissão, a MP permite que empregador e empregado desistam desse aviso e adotem o programa emergencial de preservação de empregos.

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias

29/05/2020 - Agência Câmara
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21/05/2020 - Artigo Site da CUT Brasil
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